
{"id":6656,"date":"2026-04-13T18:47:37","date_gmt":"2026-04-13T18:47:37","guid":{"rendered":"https:\/\/abreme.com.br\/?p=6656"},"modified":"2026-04-13T18:47:39","modified_gmt":"2026-04-13T18:47:39","slug":"carga-tributaria-bruta-do-governo-geral-atinge-3240-do-pib-em-2025-mostra-boletim-do-tesouro-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abreme.com.br\/?p=6656","title":{"rendered":"Carga tribut\u00e1ria bruta do Governo Geral atinge 32,40% do PIB em 2025, mostra boletim do Tesouro Nacional"},"content":{"rendered":"\n<p>A estimativa corresponde \u00e0 raz\u00e3o entre o total dos tributos arrecadados pelas tr\u00eas esferas de governo e o Produto Interno Bruto<\/p>\n\n\n\n<p>Compartilhe:&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2026\/abril\/carga-tributaria-bruta-do-governo-geral-atinge-32-40-do-pib-em-2025-mostra-boletim-do-tesouro-nacional\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;Compartilhe por Facebook<\/a><a href=\"https:\/\/twitter.com\/share?text=Carga%20tribut%C3%A1ria%20bruta%20do%20Governo%20Geral%20atinge%2032%2C40%25%20do%20PIB%20em%202025%2C%20mostra%20boletim%20do%20Tesouro%20Nacional&amp;url=https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/resolveuid\/c4212695a2754348a7bdf9b43376174a\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;Compartilhe por Twitter<\/a><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/shareArticle?mini=true&amp;url=https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2026\/abril\/carga-tributaria-bruta-do-governo-geral-atinge-32-40-do-pib-em-2025-mostra-boletim-do-tesouro-nacional&amp;title=Carga%20tribut%C3%A1ria%20bruta%20do%20Governo%20Geral%20atinge%2032%2C40%25%20do%20PIB%20em%202025%2C%20mostra%20boletim%20do%20Tesouro%20Nacional\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;Compartilhe por LinkedIn<\/a><a href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2026\/abril\/carga-tributaria-bruta-do-governo-geral-atinge-32-40-do-pib-em-2025-mostra-boletim-do-tesouro-nacional\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&nbsp;Compartilhe por WhatsApp<\/a><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/fazenda\/pt-br\/assuntos\/noticias\/2026\/abril\/carga-tributaria-bruta-do-governo-geral-atinge-32-40-do-pib-em-2025-mostra-boletim-do-tesouro-nacional\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">link para Copiar para \u00e1rea de transfer\u00eancia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Publicado em&nbsp;10\/04\/2026 14h35&nbsp;Atualizado em&nbsp;10\/04\/2026 14h50<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2025, a carga tribut\u00e1ria bruta (CTB) do governo geral (governo central, governos estaduais e municipais) foi de 32,40% do PIB, o que representa um aumento de 0,18 p.p. do PIB em rela\u00e7\u00e3o a 2024. Os dados est\u00e3o no&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.tesourotransparente.gov.br\/publicacoes\/carga-tributaria-do-governo-geral\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Boletim de Estimativa da Carga Tribut\u00e1ria Bruta do Governo Geral de 2025<\/a>, publicado nesta sexta-feira (10\/4) pelo Tesouro Nacional. A estimativa da carga tribut\u00e1ria corresponde \u00e0 raz\u00e3o entre o total dos tributos arrecadados pelas tr\u00eas esferas de governo e o Produto Interno Bruto (PIB).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"341\" src=\"https:\/\/abreme.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/imagem-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6657\" srcset=\"https:\/\/abreme.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/imagem-1.png 768w, https:\/\/abreme.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/imagem-1-300x133.png 300w, https:\/\/abreme.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/imagem-1-600x266.png 600w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gr\u00e1fico 1. Carga Tribut\u00e1ria Bruta por esfera de governo &#8211; Anual \u2013 Brasil 2010 a 2025 (Dados em: % do PIB &#8211; Fonte: STN)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No Governo Central, o aumento da carga tribut\u00e1ria foi impulsionado principalmente pela maior arrecada\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), com acr\u00e9scimo de 0,23 p.p. do PIB, refletindo o crescimento da massa salarial. Tamb\u00e9m contribu\u00edram o aumento do Imposto sobre Opera\u00e7\u00f5es Financeiras (IOF), em 0,10 p.p. do PIB, associado a opera\u00e7\u00f5es de c\u00e2mbio e cr\u00e9dito, e a eleva\u00e7\u00e3o de 0,12 p.p. do PIB nas contribui\u00e7\u00f5es ao RGPS, influenciada pela expans\u00e3o do emprego formal e pela reonera\u00e7\u00e3o da folha.<\/p>\n\n\n\n<p>Na esfera estadual, houve redu\u00e7\u00e3o de 0,09 p.p. do PIB na carga tribut\u00e1ria, explicada principalmente pela queda relativa na arrecada\u00e7\u00e3o do ICMS. Apesar do crescimento nominal da receita, esse aumento foi inferior ao do PIB, refletindo a composi\u00e7\u00e3o do crescimento econ\u00f4mico, mais concentrado em setores com menor incid\u00eancia do imposto.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, nos munic\u00edpios, a carga tribut\u00e1ria aumentou 0,03 p.p. do PIB, puxada principalmente pelo crescimento da arrecada\u00e7\u00e3o do ISS (0,02 p.p.), em linha com a expans\u00e3o do setor de servi\u00e7os. Os impostos sobre a propriedade, como o IPTU, tamb\u00e9m contribu\u00edram, ainda que em menor magnitude, enquanto os demais componentes permaneceram est\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Classifica\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A composi\u00e7\u00e3o da carga tribut\u00e1ria manteve-se relativamente est\u00e1vel em 2025. Os impostos sobre bens e servi\u00e7os continuam como principal componente, apesar de leve redu\u00e7\u00e3o em propor\u00e7\u00e3o do PIB (de 13,87% para 13,78%). J\u00e1 os impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital registraram aumento (de 9,04% para 9,16% do PIB).<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as contribui\u00e7\u00f5es sociais, as destinadas ao RGPS cresceram (de 5,28% para 5,40% do PIB),&nbsp;refletindo a expans\u00e3o do mercado de trabalho, enquanto as contribui\u00e7\u00f5es para o RPPS permaneceram praticamente est\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"423\" src=\"https:\/\/abreme.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/imagem-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-6658\" srcset=\"https:\/\/abreme.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/imagem-2.png 768w, https:\/\/abreme.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/imagem-2-300x165.png 300w, https:\/\/abreme.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/imagem-2-600x330.png 600w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Carga Tribut\u00e1ria Bruta de acordo com a classifica\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica &#8211; Governo Geral &#8211; Brasil &#8211; 2024 e 2025 (Obs.: dados preliminares)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O Boletim de Estimativa da Carga Tribut\u00e1ria Bruta do Governo Geral \u00e9 elaborado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), que segue o padr\u00e3o do Manual de Estat\u00edsticas de Finan\u00e7as P\u00fablicas de 2014 do FMI. A Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) \u00e9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela publica\u00e7\u00e3o do dado oficial da carga tribut\u00e1ria no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A estimativa corresponde \u00e0 raz\u00e3o entre o total dos tributos arrecadados pelas tr\u00eas esferas de governo e o Produto Interno Bruto Compartilhe:&nbsp;&nbsp;Compartilhe por Facebook&nbsp;Compartilhe por Twitter&nbsp;Compartilhe por LinkedIn&nbsp;Compartilhe por WhatsApplink para Copiar para \u00e1rea de transfer\u00eancia Publicado em&nbsp;10\/04\/2026 14h35&nbsp;Atualizado em&nbsp;10\/04\/2026 14h50 Em 2025, a carga tribut\u00e1ria bruta (CTB) do governo geral (governo central, governos estaduais e municipais) foi de 32,40% do PIB, o que representa um aumento de 0,18 p.p. do PIB em rela\u00e7\u00e3o a 2024. 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Na esfera estadual, houve redu\u00e7\u00e3o de 0,09 p.p. do PIB na carga tribut\u00e1ria, explicada principalmente pela queda relativa na arrecada\u00e7\u00e3o do ICMS. Apesar do crescimento nominal da receita, esse aumento foi inferior ao do PIB, refletindo a composi\u00e7\u00e3o do crescimento econ\u00f4mico, mais concentrado em setores com menor incid\u00eancia do imposto. Por fim, nos munic\u00edpios, a carga tribut\u00e1ria aumentou 0,03 p.p. do PIB, puxada principalmente pelo crescimento da arrecada\u00e7\u00e3o do ISS (0,02 p.p.), em linha com a expans\u00e3o do setor de servi\u00e7os. Os impostos sobre a propriedade, como o IPTU, tamb\u00e9m contribu\u00edram, ainda que em menor magnitude, enquanto os demais componentes permaneceram est\u00e1veis. Classifica\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica A composi\u00e7\u00e3o da carga tribut\u00e1ria manteve-se relativamente est\u00e1vel em 2025. 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